quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Following To Your Heart

Breaking News

Mocinho cismou que quer aprender português. Ou eu não tenho a menor didática, ou... rs É uma dificuldade, que jamais imaginei! Conjugar verbo é um martírio. E isso porque eu nem ousei explicar o tu e o vós. Segunda intenção: ele cismou e vive dando indiretas que gostaria de conhecer o Brasil. Penso que não conseguirei fugir disso no próximo ano. Antes, por vários motivos, passaremos Natal e Fim de Ano em Londres. Que é quase o segundo lar dele. Embarcamos amanhã. Emoções me aguardam...

Ah, estou de (merecidas!) férias. Volto ao trabalho no início de fevereiro. Por enquanto, sem sobressaltos, ou novos desafios. Não dá pra acreditar!

Ah (outro! rs), Claudio voltou com o F (por que não consigo lembrar o nome do sujeito?). O que eu tenho a dizer? Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa vontade...

Uma cena: voltando pra casa, após um jantar maravilhoso. Bem tarde, passando da meia noite. Ele coloca uma seleção pra tocar no radio do carro. Se “aninha” (sorte que não tem polícia na estrada) do meu lado e começa a acompanhar a música que toca, fazendo a voz do coro, que delineia a canção. Que sensação extraordinariamente maravilhosa! O amor, quando toma conta de tudo, tem uma intensidade tão grande que chega a dar a impressão que estamos em outra dimensão do universo! Cena que vai para o rol das minhas inesquecíveis...  

As the words fade away
I still believe what your eyes say
(Following to your heart)
I still see you illuminate
As I drop my guard
(Following to your heart)…

PS: O amor é a verdade. Um momento, um olhar, e os corações se entendem. É como se qualquer instante fosse para sempre. Os corações se expandem e guardam até o que se escapa das mãos. E durante o dia, durante a noite, durante a vida, mesmo que não estejamos, em algum momento, com quem amamos, o amor, esse continua presente...



domingo, 8 de outubro de 2017

Get Back

Cena
Sábado passado, fim de tarde, frio, chuva, calmaria. Bom vinho. Ele, sentado no chão, envolvido em seu mundo, sua música, sua voz. Eu, apenas ouvindo. E vagando por aí...

Guillemots
... You got me off the paper round
Just sprang out of the air
The best things come from nowhere
I love you, I don't think you care…

Ele sabe me fazer voar!

Apaixonar-se por alguém não é tão difícil assim. Até porque estar apaixonado não significa estar pronto para amar. A paixão é um voo, um belo e grandioso voo! E se embarcamos nele é porque somos impelidos pelo nosso espírito, ansioso por ver o mundo de um ponto o mais alto possível. Assim, voamos livres de qualquer amarra, soltos até dos nossos próprios pensamentos. Passamos a duvidar de muitas convicções enraizadas, perdemos medos imemoriais, respiramos o mais puro ar jamais imaginado! Olhamos no espelho e conseguimos ver outro alguém no lugar de um velho alguém que nos acostumamos a ver durante anos e anos e anos. Esse é o caminho que percorremos pela paixão. Esse é o caminho que tenho percorrido há mais de um ano.

Agora
Novamente um fim de ciclo. Amanhã, de volta a Tampa. Penso que cumpri minha missão por aqui. Não me sinto capaz de escrever sobre como tudo se resolveu finalmente. Existe uma carga emocional muito forte ainda. Em resumo, me sinto humano. Mais humano do que nunca! Provável que fiz, profissionalmente, a mais linda (e humana) tarefa da minha vida. E se a saudade bater, sei que tenho portas totalmente abertas pra mim.

E agora?
Será que o amo? A sensação nesse momento é que, lentamente, aterrizei do meu voo. E o que vejo é a construção de uma cumplicidade imensa entre nós dois; uma comunicação que se faz não apenas por palavras, mas também por olhares, gestos e modos de silenciar, que beiram à perfeição da simplicidade! Como quando ele ensaia uma nova canção, despretensiosamente sentado no chão, numa tarde chuvosa. E eu o observo atentamente, sabendo que o meu silêncio é a melhor forma de estar em comunhão com ele.

E isso só pode ser amor...



domingo, 30 de julho de 2017

Surprise?

Eu estou bem. Incrível, mas sim, eu estou bem! Se alguém ousasse (rs) aventar, por mais pálida hipótese que fosse, sobre todos os acontecimentos dos últimos dias, eu mandaria internar rapidamente! Será que, agora, não sou eu quem deve ser internado?

Ele chegou baixo astral, é fato. Algumas horas – e algumas doses depois – éramos os mesmos bons e velhos amigos falando (desbragadamente!) sobre tudo. Não lembro a hora que o sono chegou. Pra falar a verdade, e pelo subsequente, pudemos constatar que ele não havia chegado, se é que me entendem! E não teve climão, nem nada digno de rubor, ou constrangimento. Fomos (atenção ao plural) tomar banho e, num átimo (rs), estávamos na minha cama. (Aqui entra a parte da constatação de que o sono não estava presente...).

Hipótese 1: Essa bebedeira maldita! Nonono... nos dias seguintes não bebemos, senão café.
Hipótese 2: Esfriei com... Também penso que não. Ao menos conscientemente.
Hipótese 3: Virei galinha! Humm... sem ganas de sair, devassamente, por aí.
Hipótese 4: ... quando o segundo sol chegar, para realinhar as órbitas dos planetas...

Culpa? Nenhuma. Fidelidade, lealdade... amanhã meditarei sobre...

PS1: Acabei de voltar do aeroporto. Ele tem compromissos importantes e não pode ficar mais tempo por aqui. Em setembro, ou ele volta, ou, quem sabe, eu tire uns dias pra voar...

PS2: Já que meu padrão foi destroçado (rs), nada melhor do que um vídeo “off standard”...

PS3: Um clássico: acho que não preciso nomear banda/música...